Super grupo mostrando que não é só mais um nos holofotes! Nota : 9 The Winery Dogs é um super grupo formado no passado pelos músicos Richie Kotzen ( Poison/Mr. Big/Solo) nos vocais e guitarra, Mike Portnoy (Dream Theater/Adrenaline Mob) na bateria e
Billy Sheeham ( David Lee Roth/Mr. Big) no baixo. O objetivo do grupo
era compor faixas no estilo rock clássico com um pitada de anos 90, mais
especificamente falando uma pitada do som de "Seattle". E para minha surpresa o disco de estreia dos caras lançado no inicio do ano foi uma das grandes revelações deste ano de 2013. O
som da banda no álbum ficou uma cruza de Hard Rock anos 90 com Grunge
anos 90, sempre dando ênfase para a grande habilidade dos músicos
envolvidos no projeto. "Elevate" abre os trabalhos com Richie Kotzen
esganiçando seus vocais graves e aqui uma surpresa para mim que não o
conhecia, como a voz do cara se parece com a voz do Chris Cornell, um
mais desavisado diria que se tratava de uma música nova do Soudgarden ou
um retorno do Audioslave, destaque também para o ótimo trabalho do cara
na guitarra. O disco segue com outras faixas com o pezinho em Seattle
como "We are One" e "Six Feet Deeper" , já "Desire" e "One More Time"
tem um pegada bem contemporânea. As faixas mais lentas, que não são
poucas também batem um bolão.. O single "I'm No Angel" é daquelas faixas
de cantar junto a plenos pulmões.. Já "You Saved Me" e "Damage" tem um
pegada que lembra bastante o som do Witesnack, muito boa também. Mas
para o final a banda reservou reservou espaço para as belas faixas
climáticas "The Dying" e "Regret" a primeira parece ter saído direto do
álbum do 'Temple of The Dog" de tão boa e a segunda é soft blues meio a
lá John Mayer, também muito boa, e na versão japonesa do álbum ainda tem
a ótima "Criminal", resumindo é um discaço para qualquer fã do bom e
velho rock n Roll!
Confira abaixo no player da Rádio Resenhas de Rock: "Elevate, Desire, I'm Not Angel e "The Dying".
Aproveitando a passagem da banda pelo Brasil para participar do Rock in Rio e fazer mais dois shows, entre eles um em Porto Alegre que pude conferir de perto, vou postar por aqui o ótimo "Put Devil Dinosaurs Here", lançado este ano. O disco, o segundo depois do retorno da banda com o novo vocalista Willian Duvall parece ter sido buscado no tempo, ele poderia muito bem ter sido lançado entre o Clássico "Dirt" de 1992 e o disco "Alice in Chains" de 1995, tamanha a semelhança sonora com as faixas daquele época, aliás das bandas surgidas no chamado movimento Grunge em Seatlle nos anos 90 o Alice In Chains é a que se mantém mais fiel ao seu estilo musical. O disco que sugere no seu título que os esqueletos de dinossauros foram implantados na terra pelo demo para confundir os humanos e deixa-los céticos quanto as teorias religiosas da formação do mundo não passa de uma piada, curiosidades a parte, o álbum é um verdadeiro deleite para os fãs do som soturno e pesado imortalizado pela banda na década de 90, mas não achem que o som da banda soa repetitivo ou datado, as faixas são muito boas, o single "Hollow" que abre o disco dá uma boa amostra do que vem pela frente, "Pretty Done" mantém o ritmo até a chegada do primeiro grande destaque do disco, "Stone", matadora, com sua introdução de baixo, rifs e um ótimo solo do mestre Jerry Cantrell, clássica. "Voices" e "Scalpel" são as baladas do disco, maravilhosas no mesmo nível de clássicos como "Heaven Beside You". Já faixas como "Lab Monkey", "Low Ceiling" e "Breath on A Whindow" são aquelas faixas que ajudam a fortalecer a opinião de que o álbum nasceu na década errada,pois são noventista ao extremo, maravilha! Para finalizar vou citar outros dois grandes destaques do disco, a longa faixa título "The Devil Put Dinosaurs Here" com seu andamento soturno e lento que explode num refrão angustiante e maravilhoso e a não menos longa "Phantom Limb" que já começa com um rif sensacional logo de cara e segue com Duval e Cantrel arrepiando numa dobradinha incrivel nos vocais, na minha opinião esta é a melhor música dos caras desde o seu retorno, foi maravilhoso conferir esta faixa ao vivo em Porto Alegre. Provavelmente o disco não trará novos fãs ou mais destaque para a banda, mas parece que a banda não está nenhum pouco preocupada com isto, já que proporcionou uma verdadeira viajem aos anos 90 para seus velhos e apaixonados fãs.
Confira abaixo no player da Rádio Resenhas de Rock: "Stone", "Voices" e "Phantom Limb".
Antes de falar deste álbum uma rápida aulinha de história, o Alter Bridge surgiu em 2004 com a pausa da banda Creed, que fez muito sucesso na virada da década passada, o novo grupo era formado pelos mesmos integrantes do Creed, com exceção do vocalista Scott Stapp substituído pelo então desconhecido Myles Kenedy, ex vocalista da não menos conhecida banda The Mayfield Four. No mesmo ano lançaram o álbum One Day Remains que ainda trazia ecos do som comercial e chiclete popularizado pelo Creed, mas também ja trazia a raiz do que vem a ser o atual som da banda, em faixas com "Find To Real" e "Metalingus" por exemplo. Em 2007 veio o segundo e aclamado álbum "Blackbird", considerado o melhor disco da banda, com uma sonoridade mais trabalhada, melódica e apontando para o metal alternativo. O terceiro álbum da banda, AB III de 2010 segue a mesma frequência, porém não teve o mesmo impacto que o anterior. De lá pra cá a banda fez uma pausa, Myles Kenedy virou vocalista e braço direito do guitarrista Slash, fazendo turnês e lançando discos inclusive, os outros integrantes se dividiram em outros projetos, o guitarrista Mark Tremonti lançou o de maior destaque, um disco solo espetacular no ano passado, e após tudo isto a banda se reuniu novamente no inicio deste ano para gravar este quarto disco. Pois bem, lançado no último dia 30 na Europa o álbum Fortress deve destronar o Blackbird da posição de clássico da banda, apontado e aclamado pela mídia internacional o álbum é tido como um acalento e oasis para os sofridos fãs de rock e metal. O disco traz a banda reunida novamente e em perfeita sintonia, fazendo um som capaz de agradar até o mais exigente "headbanger". Tremonti e Myles consolidam umas das mais bem sucedidas parcerias do rock nos últimos tempos. As 12 canções do disco soam poderosas, consistentes e matadoras, ouvi-las repetidas vezes é um deleite para qualquer fã de boa música. Fica difícil destacar alguma música, o mais correto seria um faixa a faixa, mas tentarei ser breve nos comentários, e não deixar o lado fã influenciar, "Cry of Achiles" começa calma e diferente com um dedilhado de violão clássico, e após uns 30 segundos a guitarreira pega e logo entram os vocais únicos de Myles, ótima e longa faixa de abertura, não poderia começar melhor, segue o single "Addicted to Pain", visceral e porrada, a banda não poderia ter escolhido faixa melhor para single. Sem tempo para respirar entra uma das melhores faixas que a banda já compôs, "Bleed It Dry", pesadona e com um dos melhores refrões do álbum tem tudo para virar um clássico. Só na quarta faixa a tempo para tomar um fôlego, aparece a pseudo balada "Lover", não se enganem com os versos sussurrados de Myles no inicio da música, ela é muito mais do que uma faixa lenta, "Lover" é a balada mais pesada e densa que a banda já produziu, foi a grande surpresa do disco para mim, não esperava muito desta faixa antes de escutar o álbum. "The Uninvited" e "Peace is Broken" trazem de volta o som acelerado do disco, com destaque para o forte poder comercial da segunda, a coisa parece que vai dar uma acalmada na bela "Calm de Fire", com Myles cantando de forma delicada, quase lirica, com o passar dos segundos vai entrando um som meio eletrônico, e quando tu acha que coisa vai degringolar entre a guitarra de Tremonti trazendo a música de volta pro disco, o resultado final mantém a média lá em cima do disco. "Water Rising" é outro destaque do álbum, trazendo os vocais do guitarrista Tremonti e participação de Myles apenas no refrão, alias um senhor refrão, explosivo e destruidor. "Cry a River" e "Farther Than The Stream" fazem uma dupla peso pesado e nos levam até parte final do álbum. Agora sim, a balada "All Ends Well" da uma adoçada no disco, sendo a única faixa a trazer lembraças da outra banda dos caras, a faixa que poderia tocar em qualquer rádio sem machucar os ouvidinhos do público abre caminhos para a épica faixa de encerramento, "Fortress" que em quase 8 minutos une todas as qualidades da banda, fico com a imprensão que a faixa tem para este álbum o mesmo valor que a faixa "blackbird" tem para o álbum homônimo de 2007.
Depois de pouco mais de 1 hora de duração o sentimento é só um, direcionar o player para a primeira faixa e iniciar a viajem novamente, e repetir e repetir. Me parece que o álbum do ano para este blog acabou de ser coroado, sem mais.
Confira abaixo no player da Rádio Resenhas de Rock: "Cry of Achiles", "Addicted to Pain", "Lover" e Bleed it Dry".
Quando você pensa que já esta ruim, fique sabendo que ainda pode piorar....
Lá por 1991 eu no auge dos meus 8, 9 anos tive minha primeira experiência com o rock, aliás me interessei pela primeira vez por rock, afinal sempre escutei por influencia de meu irmão mais velho, mas nunca havia me interessado em saber nomes de músicas ou bandas.. até que um primo mais velho chegou lá em casa com uma coleção de bolachões, e entre discos do Sabath, ACDC e Kiss tinha lá um disco com 5 caras apontando uma arma direto para quem estava do outro lado, me interessei na hora por causa da capa, tratava-se da trilha sonora do filme "Jovens demais para morrer" gravado toda por Jon Bon Jovi em incursão solo, gostei muito do som e guardei aquele nome na cabeça, mais tarde ouvindo muito rádio conheci outros sons da banda e tive o Bon Jovi como minha primeira banda preferida, principalmente na adolescencia. Ok, toda esta introdução foi para dizer que tenho muito carinho pela banda e a cada lançamento procuro escutar e analizar o som dos caras com a maior boa vontade. O disco novo, assim com o anterior, "The Circle" de 2009, fazem os discos do primeiro retorno da banda, "Crush" e "Bounce" lançados no início da década passada parecem clássicos se comparados com a atual fase da banda, e olha que muito fã torceu o nariz para os discos da década passada, pois já nem de longe pareciam os clássicos oitentistas, mas ainda eram bom discos. O fato é que a banda quer se manter na vitrine e no mainstream sem se preocupar com a qualidade das composições, a banda repete o mesmo erro de 4 anos atrás lançando um disco repleto de canções fracas e sem alma. Não dá pra analisar faixa a faixa, seria constrangedor para banda, o fato é que apenas a faixa "I Whit You",que poderia perfeitamente estar no set de "Bounce" chama a atenção. Outras faixas até soam boazinhas, como "Because We Can" e "Army of One", porém passariam despercebidas em qualquer outro disco da banda anterior aos dois últimos. "What's Left Of Me" é boa, porque é diferente, ela remete ao contestado disco "Lost Highway" de 2007, conhecido como o disco contry da banda, porém aquele disco é imensamente superior a este , pois lá pelo menos a banda parece ter se empenhado para produzir boas músicas. No mais tome rocks frouxos como a tentativa bagaceira de querer parecer U2 "Pictures os You", e um caminhão de baladas sem sal sem açucar, que nem pra soro servem. Tem certas horas que é melhor parar ou se reinventar, e já que não é possível mais ter o velho Bon Jovi, que a banda então volte a tocar contry, pelo menos parecia original e sincero.
Após um longo período afastado por motivos de trabalho estou de volta ao blog e desta vez é para ficar, afinal março esta rolando e os grandes lançamentos do ano começam a pipocar por aí.. Devido a baixa audiências dos meus posts com os melhores do ano de 2012 eu cancelei as minhas lista de "Os grandes retornos de 2012", "As grandes decepções de 2012" e "As Grandes Surpresas de 2012" afinal perdi muito tempo falando de posts que não interessaram, paciência, vou continuar o blog este ano trazendo os grande lançamentos internacionais do Rock em 2013 e algumas coisas interessantes além de resgatar alguns artístas do judiado rock nacional. Por falar em Rock nacional, segue minha homenagem ao artista Chorão, quem foi adolescente na década passada em algum momento ou outro, tenho certeza que curtiu o som da banda, siga em paz Chorão.
Este é um disco que só dei uma chance depois de vê-lo bem colocado em várias listas dos melhores do ano, e não me arrependi, pois não é que o nono disco de estúdio do ex-vocalista da banda alternativa dos anos 80 Husker Du é muito bom, soa moderno e contagiante, prato cheio para fãs de Foo Fighters.
11. The Cult - Choice Of Weapon
O nono disco de estúdio dos veteranos do The Cult passou meio batido pelas grandes mídias, mas não pelos ouvidos aqui do blog, neste disco Ian Astbury e sua turma fazem uma mescla bem balanceada de tudo o que já produziram na sua carreira, disco fundamental.
10. RNDM - Acts
Já que o Pearl Jam anda meio de lado ultimamente o baixista Jeff Ament extravasa sua criatividade no ótimo projeto RNDM, de forma bem discreta esta turma lançou um dos grandes discos do ano.
9. The Black Keys - El Camino
Técnicamente este disco foi lançado em dezembro de 2011, mas não vamos deixa-lo de fora, já que ele bombou durante todo 2012, faixas como "Lonely Boy", "Little Black Submarines" e "Sister" confirmaram o Duo americano como uma das grandes bandas da atualidade, e este ano já tem novidade vindo por aí.
8. Temonti - All I Was
Neste primeiro disco solo Mark Tremonti prova que caso suas outras duas banda acabem ( Creed e Alter Bridge) ele dá conta do recado também nos vocais, com um som bem metaleiro e fora do convencional o cara aparece com méritos na lista dos melhores do ano.
7. Japandroids - Celebration Rock
Outra figurinha carimbada de 2012 foi o duo canadense do Japandroids, apenas no seu segundo disco a dupla já mostra um trabalho competentíssimo construído em cima de camadas e camadas de guitarras.
6. Gotthard - Firebird
O que esperar de uma veterana banda de hard rock da suiça logo após perderem seu vocalista em um trágico acidente de moto? Pois bem, não é que a banda solta logo de cara um baita discaço tributo ao finado Steve Lee, como novo vocalista a banda mostra folego e competência para seguir adiante.
5. Bruce Springsteen - Wrecking Ball
O décimo sétimo disco da lenda Bruce Springsteen não poderia ficar de fora , o disco é tão bom quanto os anteriores e comprova a ótima fase do astro americano.
4. Muse - The 2nd Law
O disco dividiu a opinião dos fãs, enquanto uns torceram o nariz para a sonoridade mais pop do álbum outros aclaram o disco como clássico instântaneo, agora uma coisa é fato, que outra banda na atualidade é capas de lançar um disco com tantas faixas fantásticas tais como "Supremacy", "Madness", "Panic Station", Animals"...
3. Black Drawing Chalks - No Dust Stuck On You
Não é coisa de fã, tampouco patriotismo, a verdade é que o terceiro disco dos goianos é muito bom mesmo e promete alçar os caras a vôos internacionais em 2013.
2. The Gaslight Anthen - Handwritten
Confesso que em 2008 dei uma escutada no aclamado segundo álbum (The 59 Sound) da banda americana The Gaslight Anthem, mas não me chamou atenção na época, foram preciso mais dois discos até que de novo se falou muito de um novo disco da banda e resolvi dar uma nova chance, e tome tapa de luva, desta vez os cara me pegaram de jeito, o disco, sem dúvida, é o que mais escutei no ano, o álbum desce redondinho de ponta á ponta vale a pena conferir.
1. Local H - Hallelujah In Burn!
Escutei este disco por acaso, e acreditem por um acaso descobri o álbum mais fantástico do ano, grunge, pós-grunge (ou chame do que quiser) de primeiríssima qualidade, e mais, através deste álbum conheci a fantástica discografia desta dupla de músicos de Ilinois, EUA. A banda é muito boa e neste último trabalho concretiza a qualidade de 7 álbuns lançados em quase 20 anos de carreira, vale a pena conhecer a banda.
..se você sentiu falta de alguns discos por aqui, não se preocupe em breve a lista dos maiores retornos de 2012, aguarde...
Minha lista está um pouco atrasada porque sempre costumo aguardar as listas das principais publicações da música para dar um conferida no que perdi durante o ano, afinal, nos tempos de hoje é humanamente impossível escutar tudo que é lançado no mundo da música, especialmente do bom e velho Rock and Roll.
Fico embasbacado lendo e relendo tantas listas dos "melhores do ano", pois parece que cada site/blog/revista/critico quer descobrir a nova sensação do Rock, pois parece que tem artistas que só impressionam a eles mesmos, e isto é uma tendência destes tempos cibernéticos.
Claro, tem alguns bons nomes que se repetem lista após lista, porém tenho que ser sincero, os críticos que me desculpem, mas eu não acho o tal de Tame Impala a salvação do rock, não acho o novo cd do Jack White tão maravilhoso assim, também não acho que o tal de Alt-j é o novo Radiohead e tampouco achei o disco do Frank Ocean o melhor disco do ano. Eu continuo gostando dos bons e velhos dinossauros, das bandas dos anos 90 e de algumas boas novas bandas, no geral minha lista é bem simples, nada demais, apenas o bom e velho Rock and Roll de sempre!
25. Foxy Shazam - The Church of Rock and Roll
Você também ficou decepcionado com o retorno do The Darkness? Seus problemas acabaram , ouça agora o quarto disco da banda americana de hard rock (bem pop) e abre um sorrisão na face, o som dos caras é festa garantida.
24. Futures - The Karma álbum
Confesso que escutei poucas novas bandas da Inglaterra neste ano, não sei se por falta de opções ou se já não surgem tantas salvações do rock por lá como á alguns anos atrás, de novidade este ano trás o segundo disco da banda de indie rock Futures, muito bom para quem curte bandas como Snow Patrol por exemplo.
23. Tribes - Baby
Uma das revelações vindas da terra da Rainha é o quarteto indie rock Tribes, que lançou seu elogiado primeiro disco em Janeiro passado, aqui uma banda para ficarmos de olho para os próximos trabalhos, dizem que em 2013 já saí o próximo disco.
22. Band Of Skulls - Swett Sour
Outra banda inglesa a lançar seu segundo álbum em 2012 foi o fantástico Band Of Skulls e a banda passa como louvor no temido teste do segundo disco, para quem gosta de um som garageiro e de guitarras rasgadas é uma dica certeira.
21. Band Of Horses - Mirage Rock
Cada vez mais popular a banda de rock alternativo de Seattle chega ao seu quarto disco com folego de sobra, com este disco a banda se consolida como uma das grandes bandas da nova geração. "Dumpster Word" é uma das músicas do ano.
20. Munford and Sons - Babel
Outra banda á passar com sobras pelo teste do segundo disco são os violeiros do Munfors and Sons, o disco esta na maioria das listas internacionais e eleva os ingleses á queridinhos da mídia, queridinhos ou não, talento eles provam que tem de sobra.
19. Word Fire Brigade - Spreading My Wigs
O novo projeto de Brent Scalions (ex Fuel) é tão visceral e empolgante quanto a sua ex-banda, e pelo que pesquisei na web também passou tão despercebido quando o Fuel, uma pena, o disco é um prato cheio para amantes de pós-grunge.
18. Deftones - Koi no Yokan
Depois de dar uma guinada musical no disco anterior o Deftones parece viver um novo momento na sua carreira, talvez o melhor, já que a banda anda fazendo um som de primeira qualidade e atingindo novos públicos, inclusive este que voz escreve é marinheiro de segunda viagem.
17. Kid Rock - Rebel Soul
O recém lançado novo álbum do americano não poderia ficar de fora da nossa lista, cada vez mais voltado para o estilo southern rock Kid parece ter encontrado um norte para a sua carreira.
16. Saving Abel - Bringing Dow The Giant
Outra banda quase desconhecida por estas bandas é o Saving Abel, oriunda do Mississipi a banda já está no terceiro disco, é mais um daqueles disco feitos para amantes de rock moderno, e os caras ainda trazem uma pitadinho de southern no seu som. Muito bom!
15. Shinedown - Amarillis
Eis aqui uma grande banda de pós-grunge, uma das minhas preferidas, já no seu quarto disco e com mais de 10 anos de estrada estes americanos já são bem populares por lá, porém aqui no Brasil nada lançado até hoje, que novidade, o jeito é importar os originais, vale a pena.
14. Slash - Apocalipic Love
Com uma banda novinha montada só para ele e um vocalista do primeiro escalão o cartoludo lançou um disco classudo, rock pra macho!! Quem pôde conferir a turnê que passou pelo Brasil sabe do que estou falando.
13. Green Day - Uno!
O primeiro disco da trilogia já foi o suficiente para ganhar os fãs da banda, a seleção de músicas festeiras e empolgantes são um convite a reviver as épocas mais contagiantes da banda, nem precisava mais dois discos no mesmo ano, o jogo já estava ganho logo de cara.
Nota : 7 Hinder é uma banda americana de hard-rock/metal farofa fundada no inicio dos anos 2000, a banda atingiu o sucesso já no segunda álbum o excelente "Extreme Behavior", discão que na época foi lançado até no Brasil , e é considerado um dos melhores discos do estilo lançado na última década, após o sucesso de "Extreme Behavior" a banda lançou outros dois discos não tão inspirados e chegou ao final de 2012 lançando seu quinto álbum de estúdio. O álbum "Welcome To The Freakshow" é menos pesado do que os dois anteriores e talvez por isto seje o que mais se aproxime do "Extreme Behavior", porém as semelhanças terminam por aí, oque chama a atenção no disco logo de cara é o excesso de baladas, das 11 faixas do trabalho, 6 são baladas, enquanto "Should Have Known Better" e "Get Me Away From You" resgatam os grandes momentos da banda outras baladas parecem sem alma e se perdem fraquinhas durante os 36 minutos de duração do players. O lado rockeiro do álbum é bom, destaque para o single "Save-me" e "Freakshow", porém as cinco faixas hard do disco são curtinhas, não passando as cinco juntas de 16 minutos, muito pouco. Ao final de tudo chego a conclusão que o Hinder é uma banda que precisará se reinventar daqui para frente caso contrário ficará restrita ao seu público antigo e mais fiel, que talvez seje o único que se interesse pelo atual trabalho da banda.
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